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Apresentação

  • Foto do escritor: Veronica M. de Moura
    Veronica M. de Moura
  • 17 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

Atualizado: 19 de dez. de 2025


Oii, tudo bem? Espero que sim!


Há muito tempo tenho o desejo de criar um blog para compartilhar minhas rotinas, metas e experiências, buscando gerar conexão com outras pessoas. Já tentei outras três vezes, mas acabei desistindo. Agora, meu foco não é apenas criar por vontade, mas sim por propósito, através de um Projeto Pessoal.


Esse projeto é, basicamente, um diário aberto sobre a minha vida. Eu valorizo a liberdade de expressão e acredito no poder da comunicação para criar conexões. Se você leu a seção Sobre mim na página inicial, já percebeu que minha maior paixão é cantar.


Eu me lembro exatamente do momento em que essa paixão nasceu: tinha 3 anos, era um domingo início de tarde, e minha família estava reunida em casa, com festa e churrasco. Meu pai, que sempre tocou instrumentos e cantou, me pegou no colo e me deixou em cima de um protótipo de mesa (kkkk). Vi todos rindo e felizes enquanto ele tocava violão e cantava. Aquela sensação nunca saiu de mim. Ali, nasceu em mim o desejo de usar minha voz e minha escrita como pontes capazes de tocar vidas, chegando a lugares onde eu jamais poderia estar fisicamente. Sempre sonhei em ser um agente de transformação, que através da minha voz pudesse tocar e mudar a realidade das pessoas. Nunca desejei ser vista, mas sim ouvida. Esse é o maior desejo da minha vida!


Desde criança, precisei amadurecer rápido, assumindo responsabilidades que não eram minhas. Ainda assim, guardo ótimas lembranças dos esportes que mais amava praticar — natação, vôlei e hóquei. Mas, com o tempo, precisei abrir mão do que amava para fazer escolhas mais “pé no chão”, voltadas para resultados financeiros.


No ensino fundamental, comecei cursos preparatórios e técnicos. No último ano do ensino médio, conciliava três cursos técnicos ao mesmo tempo, além das aulas regulares. O objetivo era claro: conseguir um emprego antes mesmo de me formar — e consegui.


Meu plano era simples: fazer o estágio, pegar o diploma e depois seguir meu sonho. Mas então veio a pandemia da Covid-19. Com ela, muitas complicações… e também meu primeiro e único, até então relacionamento amoroso. Foi nesse momento que minha vida começou a desmoronar. Perdi meus planos, meus sonhos e, principalmente, me perdi de mim mesma. Entrei em colapso em todos os pilares da minha vida.


Esse colapso ainda me acompanha, mesmo após cinco anos. Porém, recentemente, vivi uma injustiça que me despertou. Em agosto de 2024, fui desrespeitada em um ambiente profissional, e isso mudou a Verônica que sempre foi gentil e moderada. Desde então, não aceitei mais ser silenciada.


Sempre preferi estar nos bastidores, mostrando minha capacidade através de outros meios. Mas percebi que isso me prejudicou: “quem não é visto, não é lembrado” é uma sentença verdadeira. Pessoas que não convivem comigo não conhecem minha dedicação e acabam subestimando minhas habilidades.


Este ano, quando desenvolvi um excelente trabalho, fui acusada de que ele não me pertencia. Disseram que era obra de outra pessoa e que eu apenas havia apresentado. Essa foi a percepção que deixei sobre mim mesma. Não acredito que haja culpados nessa situação: sempre cumpri o que me foi solicitado, e minhas atividades, por muito tempo, envolviam estar nos bastidores. Porém, em apenas um ano, tentar assumir meu lugar no palco com o microfone na mão pareceu rápido demais.


Eu permiti que meu espaço fosse tomado — e isso é algo que não aceito. Só eu, e aqueles que acompanham de perto, sabem o quanto me dedico aos meus afazeres. Sei que não suporto estar acomodada. Sei o quanto preciso de desafios que me impulsionem a ser melhor. E essa experiência me feriu. Feriu porque me trouxe à tona a dor mais profunda: a de não ser reconhecida pelo meu valor e ser deixada para trás.


Não busco culpados. Tudo acontece como deve acontecer. Mas assumo minha parte e me pergunto: qual será minha nova abordagem para alcançar meus objetivos? Carregar mágoas só me faria regredir.


Foi assim que cheguei até aqui. Eu não me autorizo a me perder novamente. Quero que meus passos sejam evidenciados, criando uma base de dados para estudo. Que essa base chegue até você e, de alguma forma, transforme sua vida também.


Se você leu até aqui, seja muito bem-vindo ao diário da minha vida.



Veh.


Eu na minha festa aniversário.

 
 
 

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