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Metas

  • Foto do escritor: Veronica M. de Moura
    Veronica M. de Moura
  • 19 de dez. de 2025
  • 4 min de leitura

Oii, como estão? Espero que bem!


O final desta semana foi difícil. Tenho trabalhado muito, tanto no emprego quanto na vida pessoal. Ontem, acabei tendo uma crise de ansiedade. Estava tudo pesado demais e precisei me isolar. Isso me atrasou em vários sentidos.


Fiquei me perguntando: por que eu sou assim? Como virei uma adulta que enfrenta crises de ansiedade? Por que não consigo me controlar? Por que me afeto por coisas que nem gosto e que não fazem sentido? Por que continuo onde estou? Ainda não tenho respostas. Parece que continuo falhando. Eu sei das justificativas que poderiam ser dadas, mas… e aí? “Continue a nadar”, como dizem.


Este ano, por si só, foi difícil. Mas não começou complicado em todos os pilares, apenas em dois. Um deles está terminando bem (apesar de uma situação incrivelmente difícil no meio do caminho). O outro, sigo batalhando.


Se tem algo que preciso reconhecer em mim, é que nas últimas duas semanas consegui concluir todos os afazeres previstos, mesmo com a crise. Tentei mudar um plano, não deu certo, e a crise acabou “forçando” o plano A a continuar.


Um ponto que ainda me pega é o financeiro. Nunca tive estabilidade nesse pilar, e isso sempre foi um problema grave. Já passei por uma situação que me fez perder o chão e assumir dívidas que nem eram minhas. Em 9 meses, consegui resolver. Agora, me encontro em algo semelhante. Não é o fundo do poço, mas talvez o meio dele (KKKK).


Este ano, escolhi não ter metas, não ter objetivos, não esperar nada. Apenas viver um dia de cada vez. A única regra era não desistir da faculdade (KKKK - eu cumpri). Até meu aniversário, o ano estava excelente. Depois dele, os últimos 6 meses foram o problema. É curioso como meio ano pode redefinir toda a base do próximo. Seis meses são mais que suficientes para uma virada de 360° na vida.


Sempre acreditei que mudanças levam tempo. Nunca confiei em transformações rápidas, mas tento manter a esperança. Pensando nisso, criei planos para o próximo ano, já que me perdi nos últimos meses. Vou compartilhar brevemente:


Visão Anual

  1. Finanças: Economizar R$ 2.000,00.

  2. Saúde: Perder 24 kg.

  3. Espiritual: Criar um ambiente de comunhão com Deus.

  4. Intelectual: Ler 6 livros, aprender 4 novas habilidades e desenvolver 1 projeto pessoal.


Olhando assim, para alguns pode parecer pouco e para outros, muito. Mas está dentro da minha realidade. Quero mostrar como a visão mensal torna tudo mais simples e, ao mesmo tempo, como é desafiador cumprir 4 metas ao longo de um ano inteiro.


Visão Mensal

  1. Finanças:

    • De Janeiro a Abril/26: R$ 50,00 em poupança + R$ 50,00 em investimento.

    • De Maio a Outubro/26: R$ 100,00 em poupança + R$ 100,00 em investimento.

    • De Novembro a Dezembro/26: R$ 50,00 em poupança + R$ 50,00 em investimento.

  2. Saúde:

    • Perder 2 kg ao mês.


Eu detalhei apenas a visão mensal de dois itens, porque os outros dois são mais amplos e não se limitam a apenas um mês — logo você vai entender melhor. Agora, vou explicar como será feito:


Como fazer?

  1. Programar depósitos automáticos no banco com os valores específicos.

  2. Realizar no mínimo 14 dias de atividade física por mês, com pesagem semanal e medição mensal.

  3. Alternar entre meditar na Palavra Bíblica e praticar meditação, com lembretes no calendário. Participar de pelo menos 2 reuniões dominicais.

  4. Ler no mínimo 6 páginas por dia, definir os 6 livros, mapear habilidades, visitar novos lugares e reservar 1 dia da semana para o projeto pessoal.


Além disso, não coloquei todos os subitens aqui. Por exemplo, o agendamento das consultas médicas pelo plano de saúde, que pretendo manter ao menos uma vez por ano. Também a participação em correntes religiosas, incluindo a prática da fidelidade através do dízimo e das ofertas, seja em projetos de caridade ou no auxílio à Casa do Pai. Sem contar as inúmeras ideias que tenho para o projeto pessoal, que ainda estão em fase de amadurecimento.


O que se aprende é que se ultrapassarmos 4 ou 5 metas por ano, a chance de frustração é enorme. Mas, quando quebramos em metas mensais, o cumprimento se torna muito mais possível. Assim como no trabalho, precisamos de ações consistentes para alcançar resultados.


Na vida, nosso chefe somos nós mesmos. Quem está no controle? Você. Se não cuidarmos, acabamos cada vez mais longe dos nossos objetivos. Por isso, planejamento precisa incluir tempo de manobra (para imprevistos) e descanso (essencial para seguir em frente). Sem isso, não chegamos a lugar algum — ou paramos no meio do caminho.


Não deixe que outras coisas dominem você, que o meio determine aonde podes chegar. Quem tem o poder sobre a sua vida é você. Então, aprenda através da minha vida a não se abandonar. A não se esquecer, se apagando ou deixando a vida te levar. Crie parâmetros dentro da sua realidade. Não precisa ser minhas metas ou metas semelhantes, se baseie dentro da sua realidade.


Caso queira a minha ajuda, deixe seu comentário ou me contate por e-mail, que farei o possível para te dar suporte! Em uma coisa eu sou muito boa: eu sei criar metas e fazê-las serem atingidas. Posso te ajudar a mapear seus ladrões de tempo!


Até mais.


Veh.



 
 
 

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