Palavra
- Veronica M. de Moura
- 25 de dez. de 2025
- 2 min de leitura
Atualizado: 30 de dez. de 2025
Na última publicação, senti que o final ficou um pouco desconexo. Eu passei umas 4h e editei várias vezes, mas não consegui deixar do jeito que queria. Ainda assim, decidi publicar, porque a mensagem foi transmitida.
Ontem trabalhei até o meio-dia e depois fui com as meninas ao nosso amigo secreto. Queríamos ir ao Hai, mas estava fechado, então acabamos no Mokai em Novo Hamburgo, como no ano passado. Amei meu presente! A Ana acertou em cheio: me deu o segundo livro que quero ler no próximo ano, além de chá com suco chinês — perfeito para quem ama a cultura asiática. E claro, não faltou um cheirinho gostoso para o ambiente.
À noite, passei a virada do dia 24 para o 25 com a família da Lu, minha melhor amiga, e no dia 25 junto dos meus pais. Eu não comemoro o Natal. Minha família nunca teve essa tradição e, ao crescer, também escolhi não celebrar, pois não encontro sentido pessoal nessa data. Ainda assim, respeito quem comemora e gosto de estar perto das pessoas queridas. O que realmente me encanta nessa época é a união: compartilhar conversas e dividir uma boa “ceia”.
Hoje, ao almoçar com minha família, aproveitei para descansar durante a tarde, já que havia passado a noite com febre, dores, tosse e a garganta inflamada, sem voz. As mudanças bruscas de temperatura me afetaram bastante: frio intenso no trabalho e calor excessivo ao ar livre. Mais tarde, fui à igreja acompanhada da minha mãe, para o partir do pão.
Ao chegar em casa, dividi o pão com a Yuna, minha filha felina, uma gatinha grande de 4 meses. Assim como eu estou fragilizada, ela também passa por dificuldades: desde a mudança, está com pulgas e isso a incomoda bastante. Encomendei uma coleira antipulgas e carrapatos que chega na segunda-feira, dia 29, e estou feliz por saber que logo ela vai melhorar.
O que mais me abala quando estou doente, é a perda temporária da minha voz. Gosto muito de cantar (como vocês já sabem) e não pude cantar enquanto buscava na igreja nem brincar com minha família como sempre fazemos. Isso me fez lembrar do problema na corda vocal que descobri este ano, e que explica o motivo de não conseguir cantar como antes. Mas esse é assunto para outro post.
Na mensagem desta noite, o pastor lembrou que a Palavra é como uma melodia: não se limita ao som, mas vibra dentro da alma. Ela pode curar feridas invisíveis, reacender esperança e iluminar passos cansados. Quando vem carregada de amor, abre caminhos de encontro e fé.
E percebo que, mesmo quando minha voz se cala, ainda posso me expressar pela Palavra — seja escrevendo, estando presente, tendo gestos de carinho, etc. Afinal, cada atitude que escolhemos tomar têm impacto, e podem ser, assim como o canto que tanto amo, fonte de vida e consolo.
Enfim, desejo um Feliz Natal a todos vocês!
Veh.




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